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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Clássico da Rivalidade

No próximo sábado faremos um clássico com o co-irmão regional, e que ao meu ver é o maior e o mais emocionante embate entre os grandes clubes cariocas nos últimos anos, e quem não se lembra das diversas finais do estadual e grandes jogos que aconteceram desde 2007 entre Botafogo e Flamengo? Perdermos alguns títulos estaduais para o adversário em questão, por vezes garfados, por menos vezes na bola, mas também ganhamos jogos importantes, como o título que mais me emocionou nos meus 23 anos de amor a estrela solitária, quando em 2010 Loco Abreu e Jefferson calaram o Maracanã e mitaram ao fazer o gol do título de cavadinha e defender o único pênalti perdido por Adriano Imperador até então, respectivamente. 

Lembro bem dessa conquista em particular, pois a emoção no ar era imensurável e a sensação de merecimento era incontestável, tendo em vista que após três insucessos consecutivos (2007, 2008 e 2009) contra o mesmo rival, já estava na hora de levantar a Taça Rio, para alegrar os corações da nação alvinegra e desmistificar aquele time do chororó (Que diga-se de passagem foi garfado descaradamente pela arbitragem), e enfim soltar o grito de "é campeão" preso na garganta. A partir de 2011 as equipes fizeram sempre jogos equilibrados, quase sempre saindo empatados, e quem não se lembra da onda de jogos encerrados com o placar de 2x2?

Está na hora de termos fibra e jogarmos com garra e vontade, para buscarmos nossa vaga na libertadores 2017, e de sobra dificultar ainda mais a conquista do Brasileirão 2016 pela equipe adversária. Que os 6 mil alvinegros compareçam ao Maracanã, e que após o apito final, ao sairmos vitoriosos, cantemos a uma só voz "E ninguém cala esse nosso amor, e é por isso que eu canto assim, é por ti fogooooo"!   

Saudações Alvinegras.

sábado, 22 de outubro de 2016

Planejamento para 2017: Os reforços e a barca

Após mais uma vitória garantida nos minutos finais, o Botafogo dá indícios concretos que vai conseguir uma das vagas na libertadores 2017, e com essa perspectiva começam as projeções e o planejamento da diretoria, mídia e torcedores para proporcionar uma temporada digna da nação alvinegra. Pensando nisso elaborei duas listas, a primeira com possíveis reforços e a segunda com os jogadores que não devem continuar para o ano que vem.

Deve-se optar pela manutenção de uma base do time atual, formando uma espinha dorsal que passe por Jefferson (Sidão), Carli, Airton, Camilo e Sassá. Jogadores como Pimpão, Lindoso, Bruno Silva e Luis Ricardo podem ser úteis ao longo da temporada e devem permanecer. Neílton, Diogo Barbosa, Vitor Luís e Alemão são  boas opções para ter no elenco, mas condicionaria a permanência desses atletas a viabilidade dos contratos, pois o clube não deve e nem pode fazer investimentos elevados que possam vir a comprometer sua saúde financeira. Faria um esforço na medida do possível para manter pelo menos um dos laterais esquerdos.

Reforços: A diretoria deve mapear o mercado em busca de atletas com potencial para agregar qualidade técnica ao grupo e gerar algum retorno financeiro ao clube no futuro, e algumas peças mais cascudas para equilibrar a equipe e dar trabalho aos adversários nas competições de 2017. 

Dito isso o clube está bem servido de goleiros, devendo buscar a permanência de Sidão para ser o nosso reserva de luxo. Para a zaga subiria definitivamente o garoto Marcelo e traria de volta Igor Rabelo que vem jogando bem e fazendo gols importantes pelo Náutico na série B. Os experientes Naldo (Schalke 04) e André Bahia (Futebol Japonês) poderiam acirrar a disputa pela titularidade com o jovem Emerson. Para as laterais sugiro como opções para a direita, Maicon (ex - Roma) ou Diego Renan (Vitória) e para a esquerda, Fábio (Cardiff City) ou Renê (Sport). Deve-se buscar volantes dinâmicos de boa saída de bola e chute como Ricardinho (ex - Ceará) e Rodriguinho (Corinthians), e bons ladrões de bola como Gabriel, cria da nossa base (Eu te perdoo!) e que é reserva atualmente no Palmeiras, subindo também os garotos Matheus Fernandes e Gustavo Bochecha. Para o setor de criação está passando da hora do Maicosuel voltar, já pensou o Mago e Camito juntos? Seria lindo! Marlos do Shakhtar  e Juan do coxa seriam ótimos aditivos ao meio de campo alvinegro, salientando que o segundo já jogou no Fla, e deve ser avaliado se nunca ofendeu a nação alvinegra. No ataque Keno e Grafite do Santinha cairiam como uma luva, e aposto também no futebol de André Lima do Furacão, Kieza e Marinho do Vitória. Devem subir o Renan Gorne!

A barca: Alguns jogadores com potencial devem ser emprestados para ganhar rodagem, dentre eles Luis Henrique, Diego, Dierson, Marcinho, Leandrinho, Fernandes e Gegê, estes dois últimos são muito criticados pela torcida, mas tem potencial e se melhorarem a concentração e o passe podem ter uma boa história de superação no clube. No entanto a lista de dispensa é encabeçada pelos gringos (Yaca, Lizio e Salgueiro) e conta também com Renan Fonseca, Emerson Silva, Aquino, Maranhão, Helton Leite e Lucas Zen que já mostraram que não tem futebol suficiente para vestir nossa gloriosa camisa.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Momento Glorioso

O campeonato brasileiro de 2016 tem tudo para ser um facho de luz na retomada às glórias de outrora. Após garantir a permanência na série A com oito rodadas de antecedência e ser um inegável e surpreendente postulante a uma vaga na libertadores de 2017, o Botafogo tem 62% de chances de participar da principal competição Sul-Americana do próximo ano, segundo o site Infobola.

Parece que finalmente o universo conspira a nosso favor, e que as pernas tortas do nosso maior ídolo e aniversariante do dia, lembrem que o normal não acontece aqui, que com a estrela solitária tem que ser difícil pra ser glorioso, tem que ser sofrido pra ser mais gostoso!

O segundo turno é inteiramente alvinegro e vamos buscar o título simbólico da segunda metade da competição, frisando que com os pés no chão vamos conseguir chegar o mais longe possível e garantir essa vaga na Libertadores. E como diria o Velho Lobo aos críticos: VÃO TER QUE NOS ENGOLIR! 

A camisa do Fogão tem peso, mística e glória, que somado aos esforços e seriedade da nova gestão, tem tudo para trazer de volta os tempos áureos alvinegros.

Saudações Alvinegras!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Imprevisibilidade Alvinegra

Quem diria que o Botafogo Futebol e Regatas estaria brigando por uma vaga na Libertadores 2017? 

Creio que nem o torcedor mais otimista acreditaria no elenco montado para a atual temporada, com a equipe desacreditada no cenário nacional pela mídia, rivais e torcedores, que criticaram duramente a diretoria por montar um plantel candidatíssimo a retornar a série B de 2017.

Mas como mudar em apenas dois meses a visão dos críticos? Como passar de uma das piores defesas do primeiro turno para a melhor retaguarda da segunda parte do campeonato? Como passar de virtual rebaixado ao líder do segundo turno (Palmeiras e Flamengo ainda podem assumir esse posto com seus respectivos jogos na rodada)?

Eu explico!

Vários fatores contribuíram para essa grande fase da equipe da estrela solitária, dentre eles destaco três:

I - A Chegada de reforços como Pimpão e Canales que mesmo não sendo titulares, já decidiram jogos no segundo turno para o clube contra o Vitória e Cruzeiro, respectivamente. Mas destaca-se como o maior achado do Fogão nesta temporada a contratação do meia Camilo que com suas exuberantes atuações, gols e assistências, trouxe de volta a esperança de dias melhores aos torcedores alvinegros.  

II - A Arena Botafogo se tornou uma casa, ou melhor, um caldeirão alvinegro no final da primeira metade da competição, melhorando drasticamente o aproveitamento do clube em seus domínios.

III - A troca no comando técnico que parecia decretar o fim da esperança de permanência na série A, acabou tendo um efeito totalmente contrário, pois o até então desacreditado Jair Ventura conseguiu ganhar e unir o grupo com sua implementação da meritocracia, resgatando o futebol de jogadores como Diogo Barbosa, Airton, Sassá e Neílton, além de conseguir manter um padrão tático com os frequentes desfalques.

Saudações alvinegras!